domingo, 1 de fevereiro de 2026

AINDA HÁ QUEM DEFENDA PUTIN.....

 

Segundo o Google, a respeito de baixas na guerra entre Rússia e Ucrânia

Até o início de 2026, a guerra na Ucrânia acumula um número devastador de baixas, com estimativas de militares russos mortos entre 275 mil e 325 mil, enquanto as perdas militares ucranianas (mortos) são estimadas entre 100 mil e 140 mil. Somando feridos e desaparecidos, o total de baixas militares aproxima-se de 2 milhões. 

  • Baixas Russas: Relatórios apontam para 1,2 milhão de baixas totais (mortos, feridos, desaparecidos) e até 325 mil mortes, representando um dos maiores conflitos para Moscou desde a Segunda Guerra Mundial.
  • Baixas Ucranianas: Estima-se entre 500 mil e 600 mil baixas totais, com mortes militares entre 100 mil e 140 mil.
  • Civis: A ONU estima que quase 15 mil civis ucranianos morreram desde fevereiro de 2022, número considerado subestimado.
  • Intensidade: O ano de 2025 foi considerado o mais letal para civis e registrou recordes de mortes de soldados russos, intensificando o conflito. 

Os números reais podem ser maiores, e as estimativas variam dependendo da fonte (governos ou independentes) devido à dificuldade de verificação em tempo real. 

Informações do Google a respeito de refugiados ucranianos

Desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro de 2022, cerca de 6,8 a 6,9 milhões de refugiados ucranianos buscaram proteção internacional no exterior, segundo dados do ACNUR (Agência da ONU para Refugiados) e do Parlamento Europeu até o início de 2025. Além disso, estima-se que mais de 3,7 milhões de pessoas estejam deslocadas internamente dentro da Ucrânia. 

Principais dados sobre os refugiados ucranianos:

  • Destinos: A maioria dos refugiados se estabeleceu na Europa, com destaque para a Alemanha (aprox. 1,2 milhão), Polônia (aprox. 1 milhão) e República Tcheca (aprox. 390 mil).
  • Perfil: A grande maioria dos refugiados é composta por mulheres, crianças e idosos, devido à mobilização masculina na Ucrânia.
  • Deslocamento total: Considerando refugiados e deslocados internos, cerca de 10,6 milhões de pessoas foram forçadas a deixar suas casas, representando uma das maiores crises humanitárias recentes.
  • Retorno: Embora a maioria tenha esperança de voltar, apenas uma pequena parcela planeja o retorno a curto prazo devido à insegurança contínua. 

A situação permanece fluida, com milhões de pessoas vivendo sob status de proteção temporária em países europeus. 

Informações da ACNUR

https://www.acnur.org/br/noticias/comunicados-imprensa/tres-atualizacoes-em-tres-anos-de-guerra-na-ucrania

Atualmente, cerca de 10,6 milhões de pessoas ucranianas estão deslocadas de forma forçada, incluindo 3,7 milhões de deslocados internos dentro do próprio país e 6,8 milhões como refugiados no exterior, em busca de proteção internacional.

Cerca de um terço da população que ainda vive na Ucrânia – 12,7 milhões de pessoasprecisa de assistência humanitária. Com a continuação da guerra, essa situação tende a permanecer, mesmo que os investimentos para ajuda humanitária sejam reduzidos.

A maioria dos deslocados internos são mulheres (58%), sendo um quarto crianças (23%) ou idosos (26%). Além disso, 31% dos lares de deslocados internos incluem ao menos uma pessoa com deficiência; e mais de 77% das pessoas fugiram de áreas afetadas pelo conflito ou ocupadas no Leste e no Sul do país.

De acordo com os dados do ACNUR, embora a maioria dos refugiados (61%) e deslocados internos (73%) ainda tenha esperança de retornar à Ucrânia um dia, apenas uma pequena parcela (5%) planeja fazê-lo em um futuro próximo. As preocupações com segurança permanecem prioritárias, juntamente com o acesso a serviços básicos, moradia e meios de subsistência.

Quais as informações sobre pessoas refugiadas da Ucrânia em outros países que as acolhem?

Atualmente, há quase 6,8 milhões de refugiados da Ucrânia em todo o mundo, sendo que a maioria – 6,3 milhões – está em países da Europa. 63% da população refugiada são mulheres e meninas, e 33% são crianças. Torna-se importante reforçar que essa composição etária e de gênero, juntamente com o alto número de famílias monoparentais, destaca o risco aumentado de violência de gênero

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