Segundo o Google, a respeito
de baixas na guerra entre Rússia e Ucrânia
Até o início de 2026, a guerra na Ucrânia acumula um número
devastador de baixas, com estimativas de militares russos mortos entre 275 mil
e 325 mil, enquanto as perdas militares ucranianas (mortos) são estimadas entre
100 mil e 140 mil. Somando feridos e desaparecidos, o total de baixas militares
aproxima-se de 2 milhões.
- Baixas
Russas: Relatórios apontam para 1,2 milhão de baixas totais (mortos, feridos,
desaparecidos) e até 325
mil mortes, representando um dos maiores conflitos para Moscou
desde a Segunda Guerra Mundial.
- Baixas
Ucranianas: Estima-se entre 500 mil e 600 mil baixas totais, com mortes militares
entre 100 mil e 140 mil.
- Civis: A
ONU estima que quase
15 mil civis ucranianos morreram desde fevereiro de 2022, número
considerado subestimado.
- Intensidade: O
ano de 2025 foi considerado o mais letal para civis e registrou recordes
de mortes de soldados russos, intensificando o conflito.
Os números reais podem ser maiores, e as estimativas variam
dependendo da fonte (governos ou independentes) devido à dificuldade de
verificação em tempo real.
Informações do Google a respeito
de refugiados ucranianos
Desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro de 2022,
cerca de 6,8 a 6,9
milhões de refugiados ucranianos buscaram proteção internacional no
exterior, segundo dados do ACNUR (Agência da ONU para Refugiados) e do Parlamento Europeu até o início de 2025. Além disso,
estima-se que mais de 3,7 milhões de pessoas estejam deslocadas internamente
dentro da Ucrânia.
Principais dados sobre os refugiados ucranianos:
- Destinos: A
maioria dos refugiados se estabeleceu na Europa, com destaque para a
Alemanha (aprox. 1,2 milhão), Polônia (aprox. 1 milhão) e República Tcheca
(aprox. 390 mil).
- Perfil: A
grande maioria dos refugiados é composta por mulheres, crianças e idosos,
devido à mobilização masculina na Ucrânia.
- Deslocamento
total: Considerando refugiados e deslocados internos, cerca de 10,6 milhões
de pessoas foram forçadas a deixar suas casas, representando uma das
maiores crises humanitárias recentes.
- Retorno: Embora
a maioria tenha esperança de voltar, apenas uma pequena parcela planeja o
retorno a curto prazo devido à insegurança contínua.
A situação permanece fluida, com milhões de pessoas vivendo
sob status de proteção temporária em países europeus.
Informações da ACNUR
Atualmente, cerca de 10,6 milhões de pessoas ucranianas estão deslocadas de
forma forçada, incluindo 3,7 milhões de deslocados internos dentro do
próprio país e 6,8 milhões
como refugiados no exterior, em busca de proteção internacional.
Cerca de um
terço da população que ainda vive na Ucrânia – 12,7 milhões de pessoas –
precisa de assistência
humanitária. Com a continuação da guerra, essa situação tende a
permanecer, mesmo que os investimentos para ajuda humanitária sejam reduzidos.
A maioria dos deslocados internos são mulheres (58%), sendo um quarto crianças (23%)
ou idosos (26%). Além disso, 31% dos lares de deslocados internos incluem ao
menos uma pessoa com deficiência; e mais de 77% das pessoas fugiram de
áreas afetadas pelo conflito ou ocupadas no Leste e no Sul do país.
De acordo com os dados do ACNUR, embora a maioria dos
refugiados (61%) e deslocados internos (73%) ainda tenha esperança de retornar
à Ucrânia um dia, apenas uma pequena parcela (5%) planeja fazê-lo em um futuro
próximo. As preocupações com segurança permanecem prioritárias, juntamente com
o acesso a serviços básicos, moradia e meios de subsistência.
Quais as informações sobre pessoas refugiadas da Ucrânia
em outros países que as acolhem?
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