domingo, 1 de fevereiro de 2026

A SITUAÇÃO DO SUDÃO EM 2026

 

Muitos nunca ouviram falar do Sudão, mas estão preocupados com os problemas internos de seus países ou com a questão do Aquecimento Global, ou se nos Estados Unidos deve ou não deve ser extinta agência ICE (Immigraton and Customs Enforcement) ou com outros problemas locais ou internacionais e se esquecem daquele problema que, segundo a ONU, é a maior crise humanitária do mundo atual que é a SITUAÇÃO DO SUDÃO EM 2026.

Abaixo o resumo do Google a respeito:

A situação da população do Sudão no início de 2026 é descrita por agências da ONU como uma das maiores e mais graves crises humanitárias e de deslocamento do mundo, com o conflito iniciado em abril de 2023 atingindo mais de 1.000 dias de duração (em janeiro de 2026). 

Situação Geral em 2026:

  • Necessidade de Assistência: Estima-se que cerca de 33,7 milhões de pessoas – aproximadamente dois terços da população – precisarão de assistência humanitária em 2026.
  • Insegurança Alimentar e Fome: Cerca de 21 milhões de pessoas enfrentam insegurança alimentar aguda, com condições de fome (Fase 5 do IPC) identificadas em áreas como Darfur do Norte e Cordofão do Sul, persistindo até janeiro de 2026. Estima-se que 19,1 milhões de pessoas enfrentarão insegurança alimentar de "Crise" ou pior entre fevereiro e maio de 2026.
  • Deslocamento em Massa: Mais de 13,6 a 14 milhões de pessoas foram forçadas a abandonar suas casas, configurando a maior crise de deslocamento interno do mundo.
  • Colapso da Saúde: O sistema de saúde está à beira do colapso, com mais de 37% das instalações de saúde não funcionais. Doenças como cólera, dengue e sarampo estão espalhadas, afetando gravemente a população.
  • Crise de Proteção: Relatos indicam violações graves dos direitos humanos, incluindo recrutamento de crianças, violência baseada em gênero e execuções. 

Principais Fatores:

  • A guerra contínua entre as Forças Armadas Sudanesas (SAF) e as Forças de Apoio Rápido (RSF).
  • Acesso humanitário severamente restrito, especialmente nas regiões de Darfur e Kordofan.
  • O esgotamento dos estoques de alimentos e a falta de financiamento para a ajuda humanitária. 

Nota: As informações são baseadas em dados da ONU e relatórios humanitários publicados entre novembro de 2025 e janeiro de 2026.

AINDA HÁ QUEM DEFENDA PUTIN.....

 

Segundo o Google, a respeito de baixas na guerra entre Rússia e Ucrânia

Até o início de 2026, a guerra na Ucrânia acumula um número devastador de baixas, com estimativas de militares russos mortos entre 275 mil e 325 mil, enquanto as perdas militares ucranianas (mortos) são estimadas entre 100 mil e 140 mil. Somando feridos e desaparecidos, o total de baixas militares aproxima-se de 2 milhões. 

  • Baixas Russas: Relatórios apontam para 1,2 milhão de baixas totais (mortos, feridos, desaparecidos) e até 325 mil mortes, representando um dos maiores conflitos para Moscou desde a Segunda Guerra Mundial.
  • Baixas Ucranianas: Estima-se entre 500 mil e 600 mil baixas totais, com mortes militares entre 100 mil e 140 mil.
  • Civis: A ONU estima que quase 15 mil civis ucranianos morreram desde fevereiro de 2022, número considerado subestimado.
  • Intensidade: O ano de 2025 foi considerado o mais letal para civis e registrou recordes de mortes de soldados russos, intensificando o conflito. 

Os números reais podem ser maiores, e as estimativas variam dependendo da fonte (governos ou independentes) devido à dificuldade de verificação em tempo real. 

Informações do Google a respeito de refugiados ucranianos

Desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro de 2022, cerca de 6,8 a 6,9 milhões de refugiados ucranianos buscaram proteção internacional no exterior, segundo dados do ACNUR (Agência da ONU para Refugiados) e do Parlamento Europeu até o início de 2025. Além disso, estima-se que mais de 3,7 milhões de pessoas estejam deslocadas internamente dentro da Ucrânia. 

Principais dados sobre os refugiados ucranianos:

  • Destinos: A maioria dos refugiados se estabeleceu na Europa, com destaque para a Alemanha (aprox. 1,2 milhão), Polônia (aprox. 1 milhão) e República Tcheca (aprox. 390 mil).
  • Perfil: A grande maioria dos refugiados é composta por mulheres, crianças e idosos, devido à mobilização masculina na Ucrânia.
  • Deslocamento total: Considerando refugiados e deslocados internos, cerca de 10,6 milhões de pessoas foram forçadas a deixar suas casas, representando uma das maiores crises humanitárias recentes.
  • Retorno: Embora a maioria tenha esperança de voltar, apenas uma pequena parcela planeja o retorno a curto prazo devido à insegurança contínua. 

A situação permanece fluida, com milhões de pessoas vivendo sob status de proteção temporária em países europeus. 

Informações da ACNUR

https://www.acnur.org/br/noticias/comunicados-imprensa/tres-atualizacoes-em-tres-anos-de-guerra-na-ucrania

Atualmente, cerca de 10,6 milhões de pessoas ucranianas estão deslocadas de forma forçada, incluindo 3,7 milhões de deslocados internos dentro do próprio país e 6,8 milhões como refugiados no exterior, em busca de proteção internacional.

Cerca de um terço da população que ainda vive na Ucrânia – 12,7 milhões de pessoasprecisa de assistência humanitária. Com a continuação da guerra, essa situação tende a permanecer, mesmo que os investimentos para ajuda humanitária sejam reduzidos.

A maioria dos deslocados internos são mulheres (58%), sendo um quarto crianças (23%) ou idosos (26%). Além disso, 31% dos lares de deslocados internos incluem ao menos uma pessoa com deficiência; e mais de 77% das pessoas fugiram de áreas afetadas pelo conflito ou ocupadas no Leste e no Sul do país.

De acordo com os dados do ACNUR, embora a maioria dos refugiados (61%) e deslocados internos (73%) ainda tenha esperança de retornar à Ucrânia um dia, apenas uma pequena parcela (5%) planeja fazê-lo em um futuro próximo. As preocupações com segurança permanecem prioritárias, juntamente com o acesso a serviços básicos, moradia e meios de subsistência.

Quais as informações sobre pessoas refugiadas da Ucrânia em outros países que as acolhem?

Atualmente, há quase 6,8 milhões de refugiados da Ucrânia em todo o mundo, sendo que a maioria – 6,3 milhões – está em países da Europa. 63% da população refugiada são mulheres e meninas, e 33% são crianças. Torna-se importante reforçar que essa composição etária e de gênero, juntamente com o alto número de famílias monoparentais, destaca o risco aumentado de violência de gênero